A guerra no coração da natureza: “Além da linha vermelha”, de Terrence Malick
Por Leandro Costa
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21.jan.2026
Midle Dot

O lançamento de Além da linha vermelha, em 1998, marcava o retorno do diretor Terrence Malick ao cinema, após um hiato de vinte anos. Malick faz parte da geração da chamada Nova Hollywood e seus dois primeiros filmes, Terra de Ninguém, de 1973, e Dias de paraíso, de 1978, obtiveram uma boa recepção do público e da crítica.

O sucesso obtido nestes dois primeiros filmes e sua atuação nos bastidores do cinema, aliados ao seu completo desaparecimento da esfera pública nesse intervalo de vinte anos, criaram uma espécie de “aura mítica” em torno do nome do diretor.

Assim, o anúncio de que Malick estava preparando uma produção que retrataria a Batalha de Guadalcanal atraiu grande atenção da mídia e um elenco de proporções quase inéditas. Dentre outros, os seguintes atores participaram do filme: Jim Caviezel, Ben Chaplin, Sean Penn, Nick Nolte, John Cusack, Elias Koteas, John C. Reilly, Woody Harrelson, Adrien Brody, John Travolta e George Clooney. Por isso, desde antes do início de sua produção, Além da linha vermelha foi tratado como um grande acontecimento artístico.

No entanto, quando o filme foi lançado, a sua recepção foi muito diferente do que se esperava. No intervalo em que Malick permaneceu “em silêncio”, houve grandes transformações na indústria do cinema, como a fusão dos grandes estúdios aos conglomerados de mídia e a ascensão dos blockbusters corporativos. Neste novo cenário, a visão poética de Malick soava como uma nota destoante.

Uma antítese dos filmes de guerra convencionais

Assim, à época de seu lançamento, Além da linha vermelha não obteve grande sucesso de público, e a reação da crítica foi ambivalente. Um dos fatores que mais influíram para esta recepção morna foi o lançamento de O resgate do Soldado Ryan, de Steven Spielberg, apenas dois meses depois da estreia do filme de Malick.

Spielberg também é integrante da Nova Hollywood, mas, no início da década de 70, o seu cinema ilustrava perfeitamente o novo estado de coisas: ao lado de George Lucas, criador da série Star Wars, Spielberg foi o grande consolidador do formato blockbuster no cinema. Primeiro com Tubarão, de 1975; depois, com vários de seus filmes posteriores. Acostumado a uma linguagem que se deixava influenciar cada vez mais pela publicidade, o público teve suas expectativas frustradas quando se deparou com Além da Linha Vermelha, um filme de guerra que quebrava todas as convenções do gênero.

Nesse sentido, é muito significativo compararmos O resgate do soldado Ryan com Além da linha vermelha. Além de ilustrar as diferenças estilísticas entre Spielberg e Malick, essa comparação também revela que os dois diretores têm propostas de cinema completamente distintas: embora tente emular um estilo documental, O resgate do Soldado Ryan é um filme de espetáculo, feito totalmente dentro do molde do filme hollywoodiano, com uma narrativa baseada nas motivações dos personagens, uma trama clara e direta, estruturada de modo convencional para manter o espectador alerta, um tom fortemente sentimental, elementos históricos bem enfatizados e uma “mensagem” inequívoca: louvar o heroísmo dos soldados americanos e o valor do sacrifício na guerra.

Além da linha vermelha, por sua vez, apresenta várias características opostas às do filme de Spielberg — e às de alguns dos filmes de guerra mais famosos da década anterior, como Platoon, de Oliver Stone, ou Império do Sol, também de Spielberg: não há no filme uma linha narrativa convencional baseada em causa e efeito; há longos momentos em que “não acontece nada” do ponto de vista dramático; não há um protagonista bem definido; não há muitos elementos que especifiquem, de modo exato, o momento histórico; e, durante quase todo o filme, narrações em off apresentam reflexões poéticas e filosóficas que não estão necessariamente ligadas às imagens que estão aparecendo na tela. Além disso, muitas vezes essas reflexões ficam em aberto, fazendo com que o filme tenha uma natureza muito mais ambígua e interrogativa do que conclusiva.

Malick não apresenta uma estrutura dramática convencional nem uma justificativa histórica para a violência da guerra, como o patriotismo de Stone e de Spielberg, por exemplo. Sua visão particular da guerra se reflete no modo como as batalhas são filmadas: em Além da Linha Vermelha, elas não servem para “avançar” a trama ou para ilustrar algum ponto temático exposto pela narrativa; elas aparecem como episódios de puro caos, os quais são intercalados a longos momentos de contemplação da natureza.

Mas o que Malick pretendia com essa quebra de convenções? Qual é o sentido das reflexões filosóficas apresentadas pelo filme?

O homem dentro do cosmos

As escolhas formais de Malick não são apenas um capricho estético ou o reflexo de uma mera pretensão autoral, como alguns críticos pensaram quando o filme foi lançado. São escolhas que servem, justamente, a um propósito filosófico profundo, que está de acordo com a sua concepção da arte do cinema.

Em Além da linha vermelha, surge aquela que seria a marca mais distintiva do estilo do diretor: o uso extensivo da voz em off, a adição de monólogos interiores que apresentam reflexões sobre a natureza da guerra, da vida e da morte. Assim como as batalhas encenadas no filme, esses monólogos também não servem para avançar a trama. Muitas vezes, é difícil até de reconhecer de qual personagem é a voz que estamos ouvindo. Esse elemento, que alguns identificaram como uma falha, é, na verdade, uma escolha estilística justificada em uma das falas que aparece no início do filme: o soldado Witt (Jim Caviezel) diz que todos os soldados são “integrantes de uma única alma”. Assim, embora contasse com um dos maiores elencos já reunidos na história do cinema, Malick decidiu não dar ênfase a nenhum dos personagens, pois queria mostrar como a guerra desumanizava todos os indivíduos igualmente.

No entanto, para além da desumanização e do caos da guerra, há no filme um olhar profundamente cristão para a realidade, um olhar que tenta enxergar a graça no meio de todos os terrores. Esse olhar se manifesta principalmente no soldado Witt, no indivíduo que tenta enxergar a “centelha divina” em todas as coisas que existem no mundo, e que, ao morrer, semelhante ao padre de Bernanos que morre dizendo que “tudo é graça”, morre dizendo que “tudo brilha”, que tudo é glorioso.

De acordo com este olhar, no aspecto visual o filme privilegia a contemplação da natureza em vez da ação humana. Não é raro que a câmera de Malick se desvie da ação para se concentrar nos pássaros, no céu, nas luz passando pelas folhas, nos animais, em síntese, nos elementos naturais. E esse retrato da natureza não é meramente decorativo; as imagens refletem a indagação implícita nas reflexões apresentadas pelo filme. Os dramas humanos são colocados dentro de uma dimensão cósmica: como é possível que as aves coloridas continuem a voar com indiferença sobre os corpos mutilados pela guerra? Qual é o sentido da vida do homem dentro desse universo aparentemente indiferente?

O paraíso perdido e “o outro mundo”

No centro das reflexões de Além da linha vermelha está a ideia da perda do paraíso. Tema recorrente na obra de Malick, que já estava presente nos seus filmes anteriores. Na primeira imagem do filme, enquanto vemos um crocodilo deslizando na água, ouvimos uma voz que pergunta: “o que é esta guerra no coração da natureza?”. Como a ênfase do filme está mais na reflexão abstrata do que na ação concreta, é esta pergunta que estabelece o seu conflito: embora a natureza também seja violenta, ela é fruto da graça, um reflexo do Éden. Isso fica explícito na sequência inicial, que mostra o soldado Witt vivendo em harmonia com os nativos da Melanésia, numa representação da vida pré-lapsariana. Esse paraíso é destruído com a irrupção da guerra, com os navios de aço cinza que cortam o horizonte da paisagem idílica.

Aí, a guerra é retratada como um tipo de cegueira, como uma espécie de doença que separa a humanidade dessa harmonia original. Especificamente, o contraste entre a harmonia original e a Queda é representado na oposição de visões de mundo do sargento Welsh (Sean Penn) e do soldado Witt (Caviezel). Welsh é um cínico materialista, alguém que foi diretamente afetado pela modernidade desvencilhada de Deus, e já não consegue mais enxergar a graça. Em um diálogo com Witt, ele diz: “neste mundo, um homem não vale nada. E não há nada a não ser este mundo.” Ao que Witt responde: “Eu vi outro mundo. E era tão belo que eu fico pensando se não foi apenas imaginação.”

A visão da graça representada por Witt atinge um clímax ao final do filme. Ao sacrificar-se para salvar a sua companhia, é como se ele estivesse retornando ao estado original da vida, pois ele aceita a sua morte com serenidade. É por isso que Malick não enfatiza a violência dessa morte. No momento exato em que Witt vai ser executado, a cena é cortada por imagens de luz e de água, como se ele estivesse sendo reintegrado à harmonia do universo.  

Na conclusão, a voz do soldado retorna numa espécie de cântico ou de salmo. Ele diz: “Oh, minha alma, deixe-me estar em ti agora… todas as coisas brilhando.” Malick está sugerindo que, apesar de haver “uma guerra no coração da natureza”, o ser humano pode olhar para o mundo com um olhar redentor; pode buscar pela centelha divina que está presente em todas as coisas criadas. É por isso que Além da linha Vermelha transcende o gênero do filme de guerra e se configura como uma bela meditação sobre a morte, a beleza e a graça.  /

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O lançamento de Além da linha vermelha, em 1998, marcava o retorno do diretor Terrence Malick ao cinema, após um hiato de vinte anos. Malick faz parte da geração da chamada Nova Hollywood e seus dois primeiros filmes, Terra de Ninguém, de 1973, e Dias de paraíso, de 1978, obtiveram uma boa recepção do público e da crítica.

O sucesso obtido nestes dois primeiros filmes e sua atuação nos bastidores do cinema, aliados ao seu completo desaparecimento da esfera pública nesse intervalo de vinte anos, criaram uma espécie de “aura mítica” em torno do nome do diretor.

Assim, o anúncio de que Malick estava preparando uma produção que retrataria a Batalha de Guadalcanal atraiu grande atenção da mídia e um elenco de proporções quase inéditas. Dentre outros, os seguintes atores participaram do filme: Jim Caviezel, Ben Chaplin, Sean Penn, Nick Nolte, John Cusack, Elias Koteas, John C. Reilly, Woody Harrelson, Adrien Brody, John Travolta e George Clooney. Por isso, desde antes do início de sua produção, Além da linha vermelha foi tratado como um grande acontecimento artístico.

No entanto, quando o filme foi lançado, a sua recepção foi muito diferente do que se esperava. No intervalo em que Malick permaneceu “em silêncio”, houve grandes transformações na indústria do cinema, como a fusão dos grandes estúdios aos conglomerados de mídia e a ascensão dos blockbusters corporativos. Neste novo cenário, a visão poética de Malick soava como uma nota destoante.

Uma antítese dos filmes de guerra convencionais

Assim, à época de seu lançamento, Além da linha vermelha não obteve grande sucesso de público, e a reação da crítica foi ambivalente. Um dos fatores que mais influíram para esta recepção morna foi o lançamento de O resgate do Soldado Ryan, de Steven Spielberg, apenas dois meses depois da estreia do filme de Malick.

Spielberg também é integrante da Nova Hollywood, mas, no início da década de 70, o seu cinema ilustrava perfeitamente o novo estado de coisas: ao lado de George Lucas, criador da série Star Wars, Spielberg foi o grande consolidador do formato blockbuster no cinema. Primeiro com Tubarão, de 1975; depois, com vários de seus filmes posteriores. Acostumado a uma linguagem que se deixava influenciar cada vez mais pela publicidade, o público teve suas expectativas frustradas quando se deparou com Além da Linha Vermelha, um filme de guerra que quebrava todas as convenções do gênero.

Nesse sentido, é muito significativo compararmos O resgate do soldado Ryan com Além da linha vermelha. Além de ilustrar as diferenças estilísticas entre Spielberg e Malick, essa comparação também revela que os dois diretores têm propostas de cinema completamente distintas: embora tente emular um estilo documental, O resgate do Soldado Ryan é um filme de espetáculo, feito totalmente dentro do molde do filme hollywoodiano, com uma narrativa baseada nas motivações dos personagens, uma trama clara e direta, estruturada de modo convencional para manter o espectador alerta, um tom fortemente sentimental, elementos históricos bem enfatizados e uma “mensagem” inequívoca: louvar o heroísmo dos soldados americanos e o valor do sacrifício na guerra.

Além da linha vermelha, por sua vez, apresenta várias características opostas às do filme de Spielberg — e às de alguns dos filmes de guerra mais famosos da década anterior, como Platoon, de Oliver Stone, ou Império do Sol, também de Spielberg: não há no filme uma linha narrativa convencional baseada em causa e efeito; há longos momentos em que “não acontece nada” do ponto de vista dramático; não há um protagonista bem definido; não há muitos elementos que especifiquem, de modo exato, o momento histórico; e, durante quase todo o filme, narrações em off apresentam reflexões poéticas e filosóficas que não estão necessariamente ligadas às imagens que estão aparecendo na tela. Além disso, muitas vezes essas reflexões ficam em aberto, fazendo com que o filme tenha uma natureza muito mais ambígua e interrogativa do que conclusiva.

Malick não apresenta uma estrutura dramática convencional nem uma justificativa histórica para a violência da guerra, como o patriotismo de Stone e de Spielberg, por exemplo. Sua visão particular da guerra se reflete no modo como as batalhas são filmadas: em Além da Linha Vermelha, elas não servem para “avançar” a trama ou para ilustrar algum ponto temático exposto pela narrativa; elas aparecem como episódios de puro caos, os quais são intercalados a longos momentos de contemplação da natureza.

Mas o que Malick pretendia com essa quebra de convenções? Qual é o sentido das reflexões filosóficas apresentadas pelo filme?

O homem dentro do cosmos

As escolhas formais de Malick não são apenas um capricho estético ou o reflexo de uma mera pretensão autoral, como alguns críticos pensaram quando o filme foi lançado. São escolhas que servem, justamente, a um propósito filosófico profundo, que está de acordo com a sua concepção da arte do cinema.

Em Além da linha vermelha, surge aquela que seria a marca mais distintiva do estilo do diretor: o uso extensivo da voz em off, a adição de monólogos interiores que apresentam reflexões sobre a natureza da guerra, da vida e da morte. Assim como as batalhas encenadas no filme, esses monólogos também não servem para avançar a trama. Muitas vezes, é difícil até de reconhecer de qual personagem é a voz que estamos ouvindo. Esse elemento, que alguns identificaram como uma falha, é, na verdade, uma escolha estilística justificada em uma das falas que aparece no início do filme: o soldado Witt (Jim Caviezel) diz que todos os soldados são “integrantes de uma única alma”. Assim, embora contasse com um dos maiores elencos já reunidos na história do cinema, Malick decidiu não dar ênfase a nenhum dos personagens, pois queria mostrar como a guerra desumanizava todos os indivíduos igualmente.

No entanto, para além da desumanização e do caos da guerra, há no filme um olhar profundamente cristão para a realidade, um olhar que tenta enxergar a graça no meio de todos os terrores. Esse olhar se manifesta principalmente no soldado Witt, no indivíduo que tenta enxergar a “centelha divina” em todas as coisas que existem no mundo, e que, ao morrer, semelhante ao padre de Bernanos que morre dizendo que “tudo é graça”, morre dizendo que “tudo brilha”, que tudo é glorioso.

De acordo com este olhar, no aspecto visual o filme privilegia a contemplação da natureza em vez da ação humana. Não é raro que a câmera de Malick se desvie da ação para se concentrar nos pássaros, no céu, nas luz passando pelas folhas, nos animais, em síntese, nos elementos naturais. E esse retrato da natureza não é meramente decorativo; as imagens refletem a indagação implícita nas reflexões apresentadas pelo filme. Os dramas humanos são colocados dentro de uma dimensão cósmica: como é possível que as aves coloridas continuem a voar com indiferença sobre os corpos mutilados pela guerra? Qual é o sentido da vida do homem dentro desse universo aparentemente indiferente?

O paraíso perdido e “o outro mundo”

No centro das reflexões de Além da linha vermelha está a ideia da perda do paraíso. Tema recorrente na obra de Malick, que já estava presente nos seus filmes anteriores. Na primeira imagem do filme, enquanto vemos um crocodilo deslizando na água, ouvimos uma voz que pergunta: “o que é esta guerra no coração da natureza?”. Como a ênfase do filme está mais na reflexão abstrata do que na ação concreta, é esta pergunta que estabelece o seu conflito: embora a natureza também seja violenta, ela é fruto da graça, um reflexo do Éden. Isso fica explícito na sequência inicial, que mostra o soldado Witt vivendo em harmonia com os nativos da Melanésia, numa representação da vida pré-lapsariana. Esse paraíso é destruído com a irrupção da guerra, com os navios de aço cinza que cortam o horizonte da paisagem idílica.

Aí, a guerra é retratada como um tipo de cegueira, como uma espécie de doença que separa a humanidade dessa harmonia original. Especificamente, o contraste entre a harmonia original e a Queda é representado na oposição de visões de mundo do sargento Welsh (Sean Penn) e do soldado Witt (Caviezel). Welsh é um cínico materialista, alguém que foi diretamente afetado pela modernidade desvencilhada de Deus, e já não consegue mais enxergar a graça. Em um diálogo com Witt, ele diz: “neste mundo, um homem não vale nada. E não há nada a não ser este mundo.” Ao que Witt responde: “Eu vi outro mundo. E era tão belo que eu fico pensando se não foi apenas imaginação.”

A visão da graça representada por Witt atinge um clímax ao final do filme. Ao sacrificar-se para salvar a sua companhia, é como se ele estivesse retornando ao estado original da vida, pois ele aceita a sua morte com serenidade. É por isso que Malick não enfatiza a violência dessa morte. No momento exato em que Witt vai ser executado, a cena é cortada por imagens de luz e de água, como se ele estivesse sendo reintegrado à harmonia do universo.  

Na conclusão, a voz do soldado retorna numa espécie de cântico ou de salmo. Ele diz: “Oh, minha alma, deixe-me estar em ti agora… todas as coisas brilhando.” Malick está sugerindo que, apesar de haver “uma guerra no coração da natureza”, o ser humano pode olhar para o mundo com um olhar redentor; pode buscar pela centelha divina que está presente em todas as coisas criadas. É por isso que Além da linha Vermelha transcende o gênero do filme de guerra e se configura como uma bela meditação sobre a morte, a beleza e a graça.  /

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