Há exatamente um ano, o Brasil acompanhou, em tempo real, um ato de amor levado ao extremo. No dia 9 de fevereiro de 2025, o que era para ser apenas mais um domingo em família, transformou-se no episódio que mudaria para sempre a vida de Tiba Camargos.
Ao perceber que um dos seus filhos estava em perigo em um rio, Tiba não hesitou: pulou para salvá-lo. O mergulho que preservou a vida do filho foi o mesmo que paralisou o corpo do pai. Tiba bateu a cabeça em uma pedra submersa, sofrendo uma lesão medular gravíssima que o deixou tetraplégico.
Um ano depois, o espaço que Tiba Camargos ocupava nas capas de jornais foi preenchido por novas manchetes. O barulho da notícia deu lugar aos desafios silenciosos de uma rotina redesenhada.
Foi nesse cenário de adaptação que a Lumine acompanhou a família para registrar, com exclusividade, seu retorno ao lar, mostrando sua trajetória de fé e superação depois de tudo que aconteceu.
Mesmo com toda a repercussão das notícias, seria injusto intitular Tiba Camargos como um herói de ocasião. A verdade é que a sua vida sempre foi um campo de missão.
Comunicador e um dos principais defensores da pauta pró-vida do país, ele fundou o Movimento Juntos Pela Vida e dedicou décadas à formação de famílias católicas. E, ao lado de sua esposa, Déa Camargos, formou uma bela e fértil família, concebendo 11 filhos — seis que correm pela casa e cinco que intercedem por eles no céu.

O acidente foi a culminância física de um discurso que Tiba sempre pregou: mostrando-nos que o amor verdadeiro exige renúncia completa, ele se sacrificou para que o filho pudesse viver.
E, além de suportar a dor da imobilidade, sofreu semanas na semanas de CTI, passando por intercorrências graves e a incerteza de um diagnóstico que mudaria para sempre a dinâmica de um lar com seis crianças.
À época do acidente, Déa Camargos carregava nos braços a responsabilidade de uma família e, no ventre, a esperança de uma nova vida. Grávida de Maria Beatriz, a terceira filha menina do casal, Déa tornou-se o pilar de uma jornada de sobrevivência.
Foi ela quem articulou uma das maiores correntes de caridade do Brasil, levando mais de 50 mil pessoas a contribuírem financeiramente para o tratamento de Tiba, provando que a dor, quando compartilhada, gera vida.
Em junho de 2025, enquanto Tiba lutava para reaprender os movimentos mais básicos, Maria Beatriz nasceu como um lembrete de que a vida insiste em brotar mesmo diante da cruz.
Enquanto as luzes da grande mídia miravam na próxima manchete, a Lumine permaneceu. Fomos a única produtora autorizada a entrar na intimidade da família Camargos após o acidente. Tivemos o privilégio exclusivo de acompanhar o momento mais simbólico desse primeiro ano: o retorno de Tiba ao seu lar no interior gaúcho.


Nossa equipe testemunhou o reencontro de um pai com seus filhos em casa, a adaptação de uma rotina redesenhada pela tetraplegia e momentos íntimos de superação que as notícias rápidas não conseguem captar.
Registramos a dor, a luta e, acima de tudo, a fé de quem escolhe não se revoltar, aceitando mansamente o sofrimento.
Esse acesso sem precedentes é o que dá corpo ao nosso mais novo documentário, O Dia da Cruz.
O Dia da Cruz não é um documentário sobre um acidente. É uma obra sobre encontrar sentido e esperança no sofrimento; sobre continuar amando mesmo quando isso passa a ter custo.
A produção honra a história do Tiba e Déa sem suavizar a dor, mas também sem transformá-la em espetáculo. Inspirados pela frase de Santa Teresa d’Ávila, “É justo que muito custe o que muito vale”, colocamos o público diante do amor sacrificial vivido no cotidiano.
E, assim, neste tempo de espera pela Páscoa, convidamos você a refletir sobre a própria disposição de pagar o preço por aqueles que ama — sobretudo, por amar a Deus.
Assista ao teaser oficial e prepare-se para ver a história que as notícias não conseguiram contar.
Há exatamente um ano, o Brasil acompanhou, em tempo real, um ato de amor levado ao extremo. No dia 9 de fevereiro de 2025, o que era para ser apenas mais um domingo em família, transformou-se no episódio que mudaria para sempre a vida de Tiba Camargos.
Ao perceber que um dos seus filhos estava em perigo em um rio, Tiba não hesitou: pulou para salvá-lo. O mergulho que preservou a vida do filho foi o mesmo que paralisou o corpo do pai. Tiba bateu a cabeça em uma pedra submersa, sofrendo uma lesão medular gravíssima que o deixou tetraplégico.
Um ano depois, o espaço que Tiba Camargos ocupava nas capas de jornais foi preenchido por novas manchetes. O barulho da notícia deu lugar aos desafios silenciosos de uma rotina redesenhada.
Foi nesse cenário de adaptação que a Lumine acompanhou a família para registrar, com exclusividade, seu retorno ao lar, mostrando sua trajetória de fé e superação depois de tudo que aconteceu.
Mesmo com toda a repercussão das notícias, seria injusto intitular Tiba Camargos como um herói de ocasião. A verdade é que a sua vida sempre foi um campo de missão.
Comunicador e um dos principais defensores da pauta pró-vida do país, ele fundou o Movimento Juntos Pela Vida e dedicou décadas à formação de famílias católicas. E, ao lado de sua esposa, Déa Camargos, formou uma bela e fértil família, concebendo 11 filhos — seis que correm pela casa e cinco que intercedem por eles no céu.

O acidente foi a culminância física de um discurso que Tiba sempre pregou: mostrando-nos que o amor verdadeiro exige renúncia completa, ele se sacrificou para que o filho pudesse viver.
E, além de suportar a dor da imobilidade, sofreu semanas na semanas de CTI, passando por intercorrências graves e a incerteza de um diagnóstico que mudaria para sempre a dinâmica de um lar com seis crianças.
À época do acidente, Déa Camargos carregava nos braços a responsabilidade de uma família e, no ventre, a esperança de uma nova vida. Grávida de Maria Beatriz, a terceira filha menina do casal, Déa tornou-se o pilar de uma jornada de sobrevivência.
Foi ela quem articulou uma das maiores correntes de caridade do Brasil, levando mais de 50 mil pessoas a contribuírem financeiramente para o tratamento de Tiba, provando que a dor, quando compartilhada, gera vida.
Em junho de 2025, enquanto Tiba lutava para reaprender os movimentos mais básicos, Maria Beatriz nasceu como um lembrete de que a vida insiste em brotar mesmo diante da cruz.
Enquanto as luzes da grande mídia miravam na próxima manchete, a Lumine permaneceu. Fomos a única produtora autorizada a entrar na intimidade da família Camargos após o acidente. Tivemos o privilégio exclusivo de acompanhar o momento mais simbólico desse primeiro ano: o retorno de Tiba ao seu lar no interior gaúcho.


Nossa equipe testemunhou o reencontro de um pai com seus filhos em casa, a adaptação de uma rotina redesenhada pela tetraplegia e momentos íntimos de superação que as notícias rápidas não conseguem captar.
Registramos a dor, a luta e, acima de tudo, a fé de quem escolhe não se revoltar, aceitando mansamente o sofrimento.
Esse acesso sem precedentes é o que dá corpo ao nosso mais novo documentário, O Dia da Cruz.
O Dia da Cruz não é um documentário sobre um acidente. É uma obra sobre encontrar sentido e esperança no sofrimento; sobre continuar amando mesmo quando isso passa a ter custo.
A produção honra a história do Tiba e Déa sem suavizar a dor, mas também sem transformá-la em espetáculo. Inspirados pela frase de Santa Teresa d’Ávila, “É justo que muito custe o que muito vale”, colocamos o público diante do amor sacrificial vivido no cotidiano.
E, assim, neste tempo de espera pela Páscoa, convidamos você a refletir sobre a própria disposição de pagar o preço por aqueles que ama — sobretudo, por amar a Deus.
Assista ao teaser oficial e prepare-se para ver a história que as notícias não conseguiram contar.
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