A força das chuvas em Ubá (MG) deixou um rastro de destruição na Capela de Santo Antônio, mas um fato extraordinário trouxe esperança à comunidade: a preservação intacta de hóstias consagradas após horas da capela sob a água.
Segundo o Padre Edson Ribeiro, pároco da paróquia São José em Ubá, a inundação atingiu cerca de 1,60 metro de altura. O volume de água foi suficiente para arrastar bancos de madeira pesadíssimos, mas o sacrário — que sequer era fixado — permaneceu imóvel em seu lugar.
O ponto central que intriga testemunhas e fiéis é o estado dos objetos litúrgicos. Padre Edson relatou que as âmbulas (recipientes onde se guardam as hóstias) são modelos simples, sem qualquer tipo de vedação hermética ou pressão que impedisse a entrada de líquidos.
O choque foi compartilhado pelo sacristão e pelas pessoas presentes. Ao verem as âmbulas sujas de barro por fora, esperavam encontrar o conteúdo dissolvido.
Mas, ao abrir o sacrário coberto de lama, o cenário era de descrença.
“As hóstias estavam literalmente secas. Não tinha nada de umidade”, afirmou o sacerdote.
Para o Padre Edson Ribeiro, o fato não deve ser visto apenas como um fenômeno isolado, mas como uma mensagem:
“Eu enxergo esse fato como algo que mostra a presença de Deus conosco nas dificuldades. Que Ele há de nos dar força para levantar e seguir em frente”.
A Capela de Santo Antônio agora passa pelo processo de limpeza e reconstrução.
As manchas nas paredes e os escombros servem como testemunhas físicas de um evento que, para a ciência, desafia a física e, para os fiéis, confirma uma presença que nem a maior das enchentes pôde apagar.
***
Ajude na restauração da capela de Santo Antônio
A Capela de Santo Antônio precisa da sua solidariedade para voltar a acolher a comunidade. Qualquer valor é fundamental para a compra de materiais de limpeza, pintura e reparo dos danos estruturais.
Você pode realizar sua doação através dos canais oficiais da Paróquia São Januário:

A força das chuvas em Ubá (MG) deixou um rastro de destruição na Capela de Santo Antônio, mas um fato extraordinário trouxe esperança à comunidade: a preservação intacta de hóstias consagradas após horas da capela sob a água.
Segundo o Padre Edson Ribeiro, pároco da paróquia São José em Ubá, a inundação atingiu cerca de 1,60 metro de altura. O volume de água foi suficiente para arrastar bancos de madeira pesadíssimos, mas o sacrário — que sequer era fixado — permaneceu imóvel em seu lugar.
O ponto central que intriga testemunhas e fiéis é o estado dos objetos litúrgicos. Padre Edson relatou que as âmbulas (recipientes onde se guardam as hóstias) são modelos simples, sem qualquer tipo de vedação hermética ou pressão que impedisse a entrada de líquidos.
O choque foi compartilhado pelo sacristão e pelas pessoas presentes. Ao verem as âmbulas sujas de barro por fora, esperavam encontrar o conteúdo dissolvido.
Mas, ao abrir o sacrário coberto de lama, o cenário era de descrença.
“As hóstias estavam literalmente secas. Não tinha nada de umidade”, afirmou o sacerdote.
Para o Padre Edson Ribeiro, o fato não deve ser visto apenas como um fenômeno isolado, mas como uma mensagem:
“Eu enxergo esse fato como algo que mostra a presença de Deus conosco nas dificuldades. Que Ele há de nos dar força para levantar e seguir em frente”.
A Capela de Santo Antônio agora passa pelo processo de limpeza e reconstrução.
As manchas nas paredes e os escombros servem como testemunhas físicas de um evento que, para a ciência, desafia a física e, para os fiéis, confirma uma presença que nem a maior das enchentes pôde apagar.
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Ajude na restauração da capela de Santo Antônio
A Capela de Santo Antônio precisa da sua solidariedade para voltar a acolher a comunidade. Qualquer valor é fundamental para a compra de materiais de limpeza, pintura e reparo dos danos estruturais.
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