A Quarta-feira de Cinzas não é apenas o dia em que o Carnaval termina. Para os católicos, ela é o “portal” de entrada para o tempo mais profundo do ano: a Quaresma.
É um convite de 40 dias para silenciar o barulho do mundo, olhar para dentro e se preparar para a grande alegria da ressurreição de Cristo.
Muitas vezes, encaramos esse dia apenas como uma data de obrigações e proibições. Mas, quando entendemos o sentido espiritual por trás de cada gesto, a Quarta-feira de Cinzas se torna uma oportunidade valiosa de renovação pessoal.
Neste artigo, você vai aprender como viver bem este dia, unindo as regras da Igreja à sabedoria dos santos.
Para viver bem este dia, o primeiro passo é a obediência amorosa aos preceitos da Igreja. A Quarta-feira de Cinzas, junto com a Sexta-feira Santa, são os únicos dias do ano em que o jejum e a abstinência de carne são obrigatórios e simultâneos.
Essas regras não são “castigos”. Como ensina São Tomás de Aquino, o jejum serve para três propósitos: reprimir os desejos desordenados, elevar a mente para Deus e oferecer uma reparação pelos nossos erros.
Além de cumprir as regras externas, a Quarta-feira de Cinzas pede uma mudança de coração — o que a Bíblia chama de metanoia. Os Doutores da Igreja nos dão pistas de como fazer isso.
A imposição das cinzas é um rito que nos coloca no nosso devido lugar. Ao ouvir “Lembra-te que és pó”, somos recordados da nossa fragilidade humana. É um momento de profunda humildade que nos prepara para receber a graça de Deus com um coração aberto.
Em sua mensagem para a Quaresma de 2026, o Papa Leão XIV fez um apelo muito atual: abster-se de palavras que ferem. Viver bem este dia também significa silenciar as críticas, as fofocas e os julgamentos no cotidiano e nas redes sociais, dando lugar à escuta e à gentileza.
No Brasil, a Quarta-feira de Cinzas marca o início da Campanha da Fraternidade 2026, que este ano foca no tema “Fraternidade e Moradia”. O lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1, 14) nos convida a transformar nosso jejum em ações concretas de ajuda aos que não têm um teto digno.
Use o clima de recolhimento deste dia para revisar sua vida. Um bom exame de consciência, baseado nos Dez Mandamentos e nas virtudes cristãs, é o melhor caminho para uma boa confissão. Pergunte-se: “O que me afasta de Deus hoje?”.
Viver bem a Quarta-feira de Cinzas é começar a Quaresma com o pé direito. Não se trata de um dia de tristeza, mas de uma “santa faxina” na alma. Ao reconhecermos que somos pó, permitimos que Deus transforme esse pó em algo novo e santo.
Que este tempo favorável seja para você uma jornada de esperança, oração e caridade, preparando seu coração para a luz imensa que nos espera no domingo de Páscoa.
Confira também: 6 filmes para ver na quaresma
A Quarta-feira de Cinzas não é apenas o dia em que o Carnaval termina. Para os católicos, ela é o “portal” de entrada para o tempo mais profundo do ano: a Quaresma.
É um convite de 40 dias para silenciar o barulho do mundo, olhar para dentro e se preparar para a grande alegria da ressurreição de Cristo.
Muitas vezes, encaramos esse dia apenas como uma data de obrigações e proibições. Mas, quando entendemos o sentido espiritual por trás de cada gesto, a Quarta-feira de Cinzas se torna uma oportunidade valiosa de renovação pessoal.
Neste artigo, você vai aprender como viver bem este dia, unindo as regras da Igreja à sabedoria dos santos.
Para viver bem este dia, o primeiro passo é a obediência amorosa aos preceitos da Igreja. A Quarta-feira de Cinzas, junto com a Sexta-feira Santa, são os únicos dias do ano em que o jejum e a abstinência de carne são obrigatórios e simultâneos.
Essas regras não são “castigos”. Como ensina São Tomás de Aquino, o jejum serve para três propósitos: reprimir os desejos desordenados, elevar a mente para Deus e oferecer uma reparação pelos nossos erros.
Além de cumprir as regras externas, a Quarta-feira de Cinzas pede uma mudança de coração — o que a Bíblia chama de metanoia. Os Doutores da Igreja nos dão pistas de como fazer isso.
A imposição das cinzas é um rito que nos coloca no nosso devido lugar. Ao ouvir “Lembra-te que és pó”, somos recordados da nossa fragilidade humana. É um momento de profunda humildade que nos prepara para receber a graça de Deus com um coração aberto.
Em sua mensagem para a Quaresma de 2026, o Papa Leão XIV fez um apelo muito atual: abster-se de palavras que ferem. Viver bem este dia também significa silenciar as críticas, as fofocas e os julgamentos no cotidiano e nas redes sociais, dando lugar à escuta e à gentileza.
No Brasil, a Quarta-feira de Cinzas marca o início da Campanha da Fraternidade 2026, que este ano foca no tema “Fraternidade e Moradia”. O lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1, 14) nos convida a transformar nosso jejum em ações concretas de ajuda aos que não têm um teto digno.
Use o clima de recolhimento deste dia para revisar sua vida. Um bom exame de consciência, baseado nos Dez Mandamentos e nas virtudes cristãs, é o melhor caminho para uma boa confissão. Pergunte-se: “O que me afasta de Deus hoje?”.
Viver bem a Quarta-feira de Cinzas é começar a Quaresma com o pé direito. Não se trata de um dia de tristeza, mas de uma “santa faxina” na alma. Ao reconhecermos que somos pó, permitimos que Deus transforme esse pó em algo novo e santo.
Que este tempo favorável seja para você uma jornada de esperança, oração e caridade, preparando seu coração para a luz imensa que nos espera no domingo de Páscoa.
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