O que se viu no Dolby Theatre no último domingo (15) não foi apenas a consagração de uma atuação, mas um marco histórico para o cinema irlândes.
Ao ser anunciada como a Melhor Atriz pelo filme Hamnet, Jessie Buckley não apenas confirmou seu favoritismo absoluto, como também se tornou a primeira atriz irlandesa na história a vencer a estatueta principal da categoria.
A vitória coroou uma temporada perfeita, na qual a atriz conquistou o que especialistas chamam de “Grand Slam” das premiações: ela levou para casa o BAFTA, o Critics Choice, o Globo de Ouro e o SAG Award, chegando à noite do Oscar como uma força imparável e a confiança de que levaria mais uma estatueta para casa.
Confira os vencedores do Oscar 2026!
O momento mais marcante da noite ocorreu durante seu discurso de aceitação. Visivelmente emocionada e fugindo de roteiros ensaiados, Buckley desarmou a plateia ao dedicar o prêmio à “beleza do casamento” e, especialmente, à maternidade.
“Dedico este prêmio ao belo caos do coração de uma mãe”, declarou a atriz, aproveitando o fato da cerimônia ocorrer no mesmo dia em que se celebrava o Dia das Mães no Reino Unido e na Irlanda.
A sinceridade de suas palavras — que incluíram uma menção carinhosa à sua filha Isla, de apenas oito meses — ressoou como um dos momentos mais autênticos da premiação.
O veículo para esse triunfo foi Hamnet, a aguardada adaptação dirigida por Chloé Zhao (vencedora do Oscar por Nomadland). O filme mergulha na intimidade da família de William Shakespeare para narrar a devastadora perda de seu filho de 11 anos, Hamnet, vítima da peste bubônica.


Leia também: Uma análise de Hamnet, da dor particular ao mistério universal
No papel de Agnes, a esposa do dramaturgo, Buckley entregou uma performance descrita pela crítica como “visceral” e “uma tsunami de emoções”, conseguindo dar voz e profundidade a uma figura histórica muitas vezes deixada à sombra do marido famoso .
A repercussão da vitória foi imediata na “Ilha Esmeralda”. Segundo a Variety, a presidente da Irlanda, Catherine Connolly destacou que Buckley superou o legado de outras grandes indicadas do país, como Saoirse Ronan e Ruth Negga, ao ser a primeira a efetivamente segurar a estatueta de Melhor Atriz.
“A premiação de Jessie Buckley é um momento histórico”, disse Connolly em um comunicado à imprensa divulgado na manhã de segunda-feira. “Essa conquista é um reconhecimento mais do que merecido não apenas da atuação excepcional de Jessie em ‘Hamnet’, mas também de suas performances no cinema e no teatro ao longo de sua carreira até o momento. Sei que sua orgulhosa comunidade em Kerry e além compartilhará com ela essa maravilhosa conquista.”
Com o Oscar em mãos, Jessie Buckley encerra a temporada de 2026 não apenas como a maior vencedora do ano, mas como a face de uma nova era para o talento irlandês em Hollywood.
O mundo das artes está sempre em movimento. Com tantas premiações e lançamentos acontecendo ao mesmo tempo, nem sempre é fácil acompanhar o que realmente define a cultura atual.
Com a Lumine News, fazemos esse acompanhamento por você: selecionamos o essencial, traduzindo os fatos sob o olhar da beleza e da verdade.
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O que se viu no Dolby Theatre no último domingo (15) não foi apenas a consagração de uma atuação, mas um marco histórico para o cinema irlândes.
Ao ser anunciada como a Melhor Atriz pelo filme Hamnet, Jessie Buckley não apenas confirmou seu favoritismo absoluto, como também se tornou a primeira atriz irlandesa na história a vencer a estatueta principal da categoria.
A vitória coroou uma temporada perfeita, na qual a atriz conquistou o que especialistas chamam de “Grand Slam” das premiações: ela levou para casa o BAFTA, o Critics Choice, o Globo de Ouro e o SAG Award, chegando à noite do Oscar como uma força imparável e a confiança de que levaria mais uma estatueta para casa.
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O momento mais marcante da noite ocorreu durante seu discurso de aceitação. Visivelmente emocionada e fugindo de roteiros ensaiados, Buckley desarmou a plateia ao dedicar o prêmio à “beleza do casamento” e, especialmente, à maternidade.
“Dedico este prêmio ao belo caos do coração de uma mãe”, declarou a atriz, aproveitando o fato da cerimônia ocorrer no mesmo dia em que se celebrava o Dia das Mães no Reino Unido e na Irlanda.
A sinceridade de suas palavras — que incluíram uma menção carinhosa à sua filha Isla, de apenas oito meses — ressoou como um dos momentos mais autênticos da premiação.
O veículo para esse triunfo foi Hamnet, a aguardada adaptação dirigida por Chloé Zhao (vencedora do Oscar por Nomadland). O filme mergulha na intimidade da família de William Shakespeare para narrar a devastadora perda de seu filho de 11 anos, Hamnet, vítima da peste bubônica.


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No papel de Agnes, a esposa do dramaturgo, Buckley entregou uma performance descrita pela crítica como “visceral” e “uma tsunami de emoções”, conseguindo dar voz e profundidade a uma figura histórica muitas vezes deixada à sombra do marido famoso .
A repercussão da vitória foi imediata na “Ilha Esmeralda”. Segundo a Variety, a presidente da Irlanda, Catherine Connolly destacou que Buckley superou o legado de outras grandes indicadas do país, como Saoirse Ronan e Ruth Negga, ao ser a primeira a efetivamente segurar a estatueta de Melhor Atriz.
“A premiação de Jessie Buckley é um momento histórico”, disse Connolly em um comunicado à imprensa divulgado na manhã de segunda-feira. “Essa conquista é um reconhecimento mais do que merecido não apenas da atuação excepcional de Jessie em ‘Hamnet’, mas também de suas performances no cinema e no teatro ao longo de sua carreira até o momento. Sei que sua orgulhosa comunidade em Kerry e além compartilhará com ela essa maravilhosa conquista.”
Com o Oscar em mãos, Jessie Buckley encerra a temporada de 2026 não apenas como a maior vencedora do ano, mas como a face de uma nova era para o talento irlandês em Hollywood.
O mundo das artes está sempre em movimento. Com tantas premiações e lançamentos acontecendo ao mesmo tempo, nem sempre é fácil acompanhar o que realmente define a cultura atual.
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