Poucas devoções marianas possuem uma história tão profundamente ligada à fé do povo quanto a de Nossa Senhora das Graças. Desde as aparições a Santa Catarina Labouré, em 1830, na Rue du Bac (Paris), essa presença da Mãe de Deus como “dispensadora das graças divinas” atravessou séculos, continentes e culturas — encontrando, no Brasil, um solo fértil de amor e devoção.
Por meio da Medalha Milagrosa, Maria ensinou ao mundo que as graças do Céu não são privilégio de poucos, mas dons oferecidos àqueles que pedem com fé. E, quase um século depois, essa mesma mensagem ressoou novamente — agora em terras pernambucanas, nas montanhas silenciosas de Cimbres, onde duas meninas simples testemunharam algo extraordinário.
É essa história que “O Diário do Silêncio” (2018), o melhor filme sobre Nossa Senhora das Graças, nos convida a redescobrir: um relato comovente sobre como o sobrenatural se manifesta no cotidiano, e como o olhar de Maria continua a interceder por seu povo.
Em 1936, no distrito de Cimbres, interior de Pesqueira (PE), duas crianças — Maria da Luz, que mais tarde se tornaria a Irmã Adélia, e sua prima Maria da Conceição — afirmaram ter visto uma “Senhora vestida de luz”, que se apresentou como Nossa Senhora das Graças.
Da pedra do local, brotou uma fonte de água pura, e sobre ela ficaram impressas as marcas dos pés da Virgem e do Menino Jesus. Sinais esses que permanecem até hoje como testemunho da aparição. A mensagem trazida por Nossa Senhora era simples, mas urgente: oração, penitência e confiança nos planos de Deus.
Com o tempo, o local se tornou ponto de peregrinação, e a devoção cresceu silenciosamente, até que, em 2021, a Diocese de Pesqueira reconheceu oficialmente o caráter sobrenatural dos eventos. A vidente Irmã Adélia foi declarada Serva de Deus, abrindo caminho para sua possível beatificação.
Entenda como uma pessoa se torna santa na Igreja Católica.
Esses fatos históricos são o pano de fundo do filme, o que o torna uma experiência tão profunda para quem o assiste.

Produzido pela Associação Regina Fidei, “O Diário do Silêncio” é um longa-metragem que narra com sensibilidade a trajetória das aparições de Nossa Senhora das Graças em Cimbres (PE).
Com uma fotografia que expressa a vida no interior, o filme conduz o espectador ao coração da história, alternando entre o olhar das meninas, o impacto da aparição sobre a comunidade local e o mistério do sobrenatural que rompe a monotonia cotidiana daquele povo.
Mais do que uma simples reconstituição histórica, “O Diário do Silêncio” é um convite à escuta e ao silêncio interior em que Deus fala, e onde Maria, como Mãe, continua a chamar seus filhos à conversão e à esperança.
Assistir a “O Diário do Silêncio” é mergulhar em uma página viva da espiritualidade brasileira. O filme nos lembra que o Céu não está distante, e que Maria continua a visitar seus filhos, oferecendo o mesmo convite de 1830 em Paris: “Venham aos pés deste altar. Aqui as graças serão derramadas sobre todos que pedirem com confiança.”
É uma oportunidade de redescobrir a devoção a Nossa Senhora das Graças com um olhar renovado, especialmente próximo à festa de 27 de novembro, quando a Igreja celebra essa devoção.
O longa-metragem pode ser visto em família, em grupos de oração, ou como preparação para a Novena das Graças. Entre os “raios de luz” da Medalha Milagrosa e a “água da rocha” de Cimbres, a mensagem é a mesma: Maria deseja nos conduzir à fonte de toda graça, seu Filho, Jesus Cristo.
Se você busca um filme sobre Nossa Senhora das Graças que una beleza, verdade e profundidade, esta é a melhor escolha.
Clique aqui e assista agora mesmo.
Poucas devoções marianas possuem uma história tão profundamente ligada à fé do povo quanto a de Nossa Senhora das Graças. Desde as aparições a Santa Catarina Labouré, em 1830, na Rue du Bac (Paris), essa presença da Mãe de Deus como “dispensadora das graças divinas” atravessou séculos, continentes e culturas — encontrando, no Brasil, um solo fértil de amor e devoção.
Por meio da Medalha Milagrosa, Maria ensinou ao mundo que as graças do Céu não são privilégio de poucos, mas dons oferecidos àqueles que pedem com fé. E, quase um século depois, essa mesma mensagem ressoou novamente — agora em terras pernambucanas, nas montanhas silenciosas de Cimbres, onde duas meninas simples testemunharam algo extraordinário.
É essa história que “O Diário do Silêncio” (2018), o melhor filme sobre Nossa Senhora das Graças, nos convida a redescobrir: um relato comovente sobre como o sobrenatural se manifesta no cotidiano, e como o olhar de Maria continua a interceder por seu povo.
Em 1936, no distrito de Cimbres, interior de Pesqueira (PE), duas crianças — Maria da Luz, que mais tarde se tornaria a Irmã Adélia, e sua prima Maria da Conceição — afirmaram ter visto uma “Senhora vestida de luz”, que se apresentou como Nossa Senhora das Graças.
Da pedra do local, brotou uma fonte de água pura, e sobre ela ficaram impressas as marcas dos pés da Virgem e do Menino Jesus. Sinais esses que permanecem até hoje como testemunho da aparição. A mensagem trazida por Nossa Senhora era simples, mas urgente: oração, penitência e confiança nos planos de Deus.
Com o tempo, o local se tornou ponto de peregrinação, e a devoção cresceu silenciosamente, até que, em 2021, a Diocese de Pesqueira reconheceu oficialmente o caráter sobrenatural dos eventos. A vidente Irmã Adélia foi declarada Serva de Deus, abrindo caminho para sua possível beatificação.
Entenda como uma pessoa se torna santa na Igreja Católica.
Esses fatos históricos são o pano de fundo do filme, o que o torna uma experiência tão profunda para quem o assiste.

Produzido pela Associação Regina Fidei, “O Diário do Silêncio” é um longa-metragem que narra com sensibilidade a trajetória das aparições de Nossa Senhora das Graças em Cimbres (PE).
Com uma fotografia que expressa a vida no interior, o filme conduz o espectador ao coração da história, alternando entre o olhar das meninas, o impacto da aparição sobre a comunidade local e o mistério do sobrenatural que rompe a monotonia cotidiana daquele povo.
Mais do que uma simples reconstituição histórica, “O Diário do Silêncio” é um convite à escuta e ao silêncio interior em que Deus fala, e onde Maria, como Mãe, continua a chamar seus filhos à conversão e à esperança.
Assistir a “O Diário do Silêncio” é mergulhar em uma página viva da espiritualidade brasileira. O filme nos lembra que o Céu não está distante, e que Maria continua a visitar seus filhos, oferecendo o mesmo convite de 1830 em Paris: “Venham aos pés deste altar. Aqui as graças serão derramadas sobre todos que pedirem com confiança.”
É uma oportunidade de redescobrir a devoção a Nossa Senhora das Graças com um olhar renovado, especialmente próximo à festa de 27 de novembro, quando a Igreja celebra essa devoção.
O longa-metragem pode ser visto em família, em grupos de oração, ou como preparação para a Novena das Graças. Entre os “raios de luz” da Medalha Milagrosa e a “água da rocha” de Cimbres, a mensagem é a mesma: Maria deseja nos conduzir à fonte de toda graça, seu Filho, Jesus Cristo.
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