À primeira vista, a frase acima pode parecer um erro de digitação ou uma piada de mau gosto. Afinal, o que um dos comediantes mais populares (e por vezes criticados) de Hollywood teria a nos dizer sobre a busca pela santidade?
No episódio mais recente do programa Café com Teu Padre, o Pe. Darlan Schwaab propõe uma reflexão inusitada. Ele utiliza a trajetória e as escolhas de Adam Sandler como uma lente para enxergarmos a nossa própria caminhada espiritual.
Prepare o seu café e acompanhe estas três lições sobre como viver a fé de forma autêntica:

Uma das críticas mais comuns a Adam Sandler é que ele “sempre interpreta a si mesmo”. Seja em uma comédia pastelão ou em um drama aclamado, sua personalidade, seu jeito de falar e até seu estilo de vestir permanecem os mesmos. Para a vida espiritual, isso nos mostra uma lição preciosa: Deus não quer que você atue diante d’Ele.
Muitas vezes, quando iniciamos a nossa jornada de fé, tentamos imitar a personalidade de um influenciador católico, de um pregador ou de um amigo que admiramos. O problema é que, ao tentar moldar nossa personalidade para copiar a de outro, ignoramos que Deus nos sonhou e nos amou de um jeito único.
Devemos, sim, imitar as virtudes dos santos, mas nunca anular quem somos. A santidade é a plenitude do seu “eu” em Deus, não a transformação em outra pessoa.

Você já reparou que os filmes de Adam Sandler são quase sempre feitos com o mesmo grupo de atores? Ele chegou a um patamar na carreira em que opta por trabalhar apenas com seus amigos, mantendo por perto quem o apoia e entende seu propósito.
Na vida espiritual, costumamos fazer o oposto: damos ouvidos excessivos a quem não compreende nossa busca.
Se permitirmos que toda crítica maldosa ou toda expectativa externa molde nosso comportamento, acabaremos vivendo em função de uma “imagem de santidade” que os outros esperam de nós, e não do que Deus realmente pede.
Dito isso, não se molde pelas críticas de quem não conhece suas batalhas, sua vida de oração ou seus atos de caridade.
Cerque-se de influências que ajudem você a trilhar um caminho de misericórdia e conversão, em vez de um caminho de culpa e comparação constante.

Embora Sandler mantenha sua personalidade em seus filmes, suas obras não são biográficas. Da mesma forma, a nossa trajetória não deve ter como objetivo final fazer com que as pessoas olhem para nós e queiram ser “como nós”.
Os santos foram pessoas de temperamentos fortes e personalidades distintas, mas todos tinham uma pretensão comum: serem espelhos de Cristo.
A verdadeira santidade é anônima em sua essência. O santo deseja que, ao olharem para sua vida, as pessoas vejam as virtudes de Jesus e de Nossa Senhora, e não apenas o seu próprio brilho. Afinal, o objetivo maior é que o nosso nome diminua para que o de Cristo cresça.
***
Gostou desta reflexão?
Você pode assistir ao episódio completo de Café com Teu Padre no canal da Lumine no YouTube e aprofundar-se em outros temas que unem fé e cultura de forma leve e profunda.
À primeira vista, a frase acima pode parecer um erro de digitação ou uma piada de mau gosto. Afinal, o que um dos comediantes mais populares (e por vezes criticados) de Hollywood teria a nos dizer sobre a busca pela santidade?
No episódio mais recente do programa Café com Teu Padre, o Pe. Darlan Schwaab propõe uma reflexão inusitada. Ele utiliza a trajetória e as escolhas de Adam Sandler como uma lente para enxergarmos a nossa própria caminhada espiritual.
Prepare o seu café e acompanhe estas três lições sobre como viver a fé de forma autêntica:

Uma das críticas mais comuns a Adam Sandler é que ele “sempre interpreta a si mesmo”. Seja em uma comédia pastelão ou em um drama aclamado, sua personalidade, seu jeito de falar e até seu estilo de vestir permanecem os mesmos. Para a vida espiritual, isso nos mostra uma lição preciosa: Deus não quer que você atue diante d’Ele.
Muitas vezes, quando iniciamos a nossa jornada de fé, tentamos imitar a personalidade de um influenciador católico, de um pregador ou de um amigo que admiramos. O problema é que, ao tentar moldar nossa personalidade para copiar a de outro, ignoramos que Deus nos sonhou e nos amou de um jeito único.
Devemos, sim, imitar as virtudes dos santos, mas nunca anular quem somos. A santidade é a plenitude do seu “eu” em Deus, não a transformação em outra pessoa.

Você já reparou que os filmes de Adam Sandler são quase sempre feitos com o mesmo grupo de atores? Ele chegou a um patamar na carreira em que opta por trabalhar apenas com seus amigos, mantendo por perto quem o apoia e entende seu propósito.
Na vida espiritual, costumamos fazer o oposto: damos ouvidos excessivos a quem não compreende nossa busca.
Se permitirmos que toda crítica maldosa ou toda expectativa externa molde nosso comportamento, acabaremos vivendo em função de uma “imagem de santidade” que os outros esperam de nós, e não do que Deus realmente pede.
Dito isso, não se molde pelas críticas de quem não conhece suas batalhas, sua vida de oração ou seus atos de caridade.
Cerque-se de influências que ajudem você a trilhar um caminho de misericórdia e conversão, em vez de um caminho de culpa e comparação constante.

Embora Sandler mantenha sua personalidade em seus filmes, suas obras não são biográficas. Da mesma forma, a nossa trajetória não deve ter como objetivo final fazer com que as pessoas olhem para nós e queiram ser “como nós”.
Os santos foram pessoas de temperamentos fortes e personalidades distintas, mas todos tinham uma pretensão comum: serem espelhos de Cristo.
A verdadeira santidade é anônima em sua essência. O santo deseja que, ao olharem para sua vida, as pessoas vejam as virtudes de Jesus e de Nossa Senhora, e não apenas o seu próprio brilho. Afinal, o objetivo maior é que o nosso nome diminua para que o de Cristo cresça.
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