Enquanto o mundo assiste chocado às revelações da rede internacional de pedofilia e tráfico humano de Jeffrey Epstein, os 3,5 milhões de documentos recém-liberados pelo Departamento de Justiça começam a contar uma história que vai muito além de crimes financeiros ou sexuais.
Para nós, cristãos, o choque não está apenas no que Epstein fazia, mas no porquê ele se sentia tão à vontade para fazê-lo.
Em um e-mail de 2013 enviado ao economista Larry Summers, Epstein atacou frontalmente a ideia de que “cada vida é igual”, rotulando essa crença como “o catolicismo em seu pior estado”.

Para nós, cristãos, a questão principal não reside apenas nos atos depravados, mas na fundamentação intelectual da rede de Epstein. Afinal, o que a faz agir de forma desumana por tanto tempo?
Quando questionado sobre a importância de Jesus Cristo em entrevista, ele demonstrou desconforto e devolveu a pergunta com uma provocação: “Ele não era apenas um carpinteiro?”
Ao classificar a igualdade humana como “o catolicismo em seu pior estado”, Epstein não faz apenas um comentário sarcástico; ele rejeita de forma direta a doutrina da Imago Dei — a verdade de que cada ser humano, do mais vulnerável ao mais poderoso, carrega a imagem e semelhança de Deus. Para Epstein e a elite que frequentava suas ilhas e jatos, a vida não era sagrada, mas sim um recurso a ser usado.
Esse cinismo se estendia até mesmo ao interesse de Epstein pelo Banco do Vaticano (IOR). Arquivos revelam que ele via a soberania da Igreja não como um espaço de fé, mas como um potencial mecanismo para que “clientes de elite” evitassem sofrer uma investigação financeira detalhada, trazendo à tona as barbaridades praticadas ao longo de décadas.
Enquanto a nossa fé ensina que ninguém é descartável, a “ética” desse império operava em um vácuo moral onde pessoas eram reduzidas a meios para a gratificação de uma casta superior. Os arquivos mostram como essa mentalidade permitiu que instituições e figuras de poder ignorassem sinais óbvios de exploração em troca de lucros e conveniência social.
A divulgação massiva de documentos em 2026 traz uma verdade necessária: a maldade humana é capaz de produzir um desastre civilizacional sem precedentes. Epstein é apenas um figurão endinheirado envolvido com pedofilia e tráfico internacional de crianças. A dúvida que fica é: quantos outros, similares a ele, existem espalhados pelo mundo?
O que vemos agora, seja em Washington ou em outras partes do mundo, é o fim de um silêncio ensurdecedor. A justiça que emerge desses arquivos não é apenas uma vitória jurídica; é um resgate da premissa que Epstein tanto desprezava.
No fim das contas, a verdade reafirma o que a fé sempre soube: a vida da menor das vítimas vale exatamente o mesmo que a do homem mais poderoso do mundo.
O mundo está em constante mudança. Com tantas notícias acontecendo ao mesmo tempo, nem sempre é fácil estar informado o que realmente importa.
Com a Lumine News, fazemos o trabalho difícil por você: toda semana, selecionamos o essencial e traduzimos os fatos sob o olhar da fé.
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Quando questionado sobre a importância de Jesus Cristo em entrevista, ele demonstrou desconforto e devolveu a pergunta com uma provocação: “Ele não era apenas um carpinteiro?”
Ao classificar a igualdade humana como “o catolicismo em seu pior estado”, Epstein não faz apenas um comentário sarcástico; ele rejeita de forma direta a doutrina da Imago Dei — a verdade de que cada ser humano, do mais vulnerável ao mais poderoso, carrega a imagem e semelhança de Deus. Para Epstein e a elite que frequentava suas ilhas e jatos, a vida não era sagrada, mas sim um recurso a ser usado.
Esse cinismo se estendia até mesmo ao interesse de Epstein pelo Banco do Vaticano (IOR). Arquivos revelam que ele via a soberania da Igreja não como um espaço de fé, mas como um potencial mecanismo para que “clientes de elite” evitassem sofrer uma investigação financeira detalhada, trazendo à tona as barbaridades praticadas ao longo de décadas.
Enquanto a nossa fé ensina que ninguém é descartável, a “ética” desse império operava em um vácuo moral onde pessoas eram reduzidas a meios para a gratificação de uma casta superior. Os arquivos mostram como essa mentalidade permitiu que instituições e figuras de poder ignorassem sinais óbvios de exploração em troca de lucros e conveniência social.
A divulgação massiva de documentos em 2026 traz uma verdade necessária: a maldade humana é capaz de produzir um desastre civilizacional sem precedentes. Epstein é apenas um figurão endinheirado envolvido com pedofilia e tráfico internacional de crianças. A dúvida que fica é: quantos outros, similares a ele, existem espalhados pelo mundo?
O que vemos agora, seja em Washington ou em outras partes do mundo, é o fim de um silêncio ensurdecedor. A justiça que emerge desses arquivos não é apenas uma vitória jurídica; é um resgate da premissa que Epstein tanto desprezava.
No fim das contas, a verdade reafirma o que a fé sempre soube: a vida da menor das vítimas vale exatamente o mesmo que a do homem mais poderoso do mundo.
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