A vida de São Pio de Pietrelcina atrai a atenção de milhões de pessoas ao redor do mundo. Conhecido por celebrar Missas longuíssimas, pelo dom da bilocação e pelos estigmas da crucificação de Cristo, ele é, sem dúvida, uma das figuras mais enigmáticas do século XX.
A sua morte, no entanto, guarda uma beleza tão profunda quanto a sua própria trajetória de vida. Ao analisar a serenidade de seus últimos momentos, é muito comum que surja a dúvida: afinal, Padre Pio morreu de quê?
A resposta para essa pergunta consegue unir a objetividade da ciência ao mistério da fé. E é sobre isso que trataremos no artigo de hoje.
Para entender como esse grande santo se despediu do mundo, precisamos, primeiro, voltar a setembro de 1968. Padre Pio estava com 81 anos de idade e seu corpo refletia o peso de conviver por meio século com os estigmas. Ele estava profundamente exausto.
Na madrugada do dia 23 de setembro, seu estado geral de saúde agravou-se. O frade que cuidava dele naquela noite, Padre Pellegrino, relatou que o idoso sacerdote passou as primeiras horas da madrugada inquieto, perguntando as horas de forma repetida, como se aguardasse um encontro importante.
Ainda durante a madrugada, Padre Pio pediu para se confessar, renovou seus votos religiosos e pediu perdão aos seus irmãos de convento por qualquer incômodo que pudesse ter causado ao longo dos anos. Em um instante de breve melhora, ele chegou a se levantar sozinho e caminhou até a varanda para contemplar o céu estrelado. Contudo, logo em seguida, o pouco vigor que lhe restava desapareceu por completo.
Quando os médicos chegaram às pressas ao quarto, tentaram reanimá-lo com oxigênio e medicação, mas o seu organismo não respondeu. Do ponto de vista estritamente clínico, se procuramos entender Padre Pio morreu de que, o laudo aponta para um severo colapso cardiorrespiratório causado pela velhice e por uma fadiga extrema.
O seu corpo, que já vinha fragilizado por décadas de dores e sacrifícios, simplesmente parou de funcionar. Não houve uma doença nova, aguda ou um mal súbito; ele consumiu-se de forma lenta, semelhante a uma vela que queima até o fim para iluminar o ambiente ao seu redor.
Confira também a lista dos melhores filmes sobre Padre Pio de Pietrelcina.
Ao observarmos a partida do santo de Pietrelcina, é fácil traçar um paralelo com a de São Francisco de Assis. Séculos antes, o santo de Assis também recebeu as marcas dos estigmas e entregou a sua alma em um estado de total desgaste físico, acolhendo o fim da vida com extrema paz.
Em ambos os casos, o fim não chegou como uma tragédia, mas como a conclusão natural de uma vida inteiramente doada aos outros. Padre Pio faleceu sentado em sua poltrona, por volta das 2h30 da manhã, sussurrando de forma serena os nomes de Jesus e Maria. Antes de partir, ao olhar para um quadro na parede, ele confidenciou ver “duas mães” ali, o que muitos interpretam como uma visão consoladora da Virgem Maria vindo buscá-lo.

A grande evidência de que sua morte não foi apenas um evento biológico ocorreu momentos depois de seu último suspiro. Assim que ele faleceu, os médicos e frades notaram algo espantoso: os estigmas, que haviam sangrado diariamente por cinquenta anos, desapareceram. A pele de suas mãos, de seus pés e de seu peito cicatrizou-se de forma instantânea e perfeita, sem deixar nenhuma marca. O médico assistente classificou essa cura instantânea após a morte como um verdadeiro absurdo fisiopatológico.
Saber como este grande santo partiu nos recorda que a vida abriga dimensões que a medicina, por si só, não consegue explicar. A ausência das feridas após o seu suspiro final atesta que a sua missão de sofrimento estava, enfim, concluída.
Para compreender ainda mais a dimensão desse mistério e o significado dos estigmas que o acompanharam por tantas décadas, convidamos você a ler “Os estigmas de Padre Pio: o que todo devoto precisa saber”.
A vida de São Pio de Pietrelcina atrai a atenção de milhões de pessoas ao redor do mundo. Conhecido por celebrar Missas longuíssimas, pelo dom da bilocação e pelos estigmas da crucificação de Cristo, ele é, sem dúvida, uma das figuras mais enigmáticas do século XX.
A sua morte, no entanto, guarda uma beleza tão profunda quanto a sua própria trajetória de vida. Ao analisar a serenidade de seus últimos momentos, é muito comum que surja a dúvida: afinal, Padre Pio morreu de quê?
A resposta para essa pergunta consegue unir a objetividade da ciência ao mistério da fé. E é sobre isso que trataremos no artigo de hoje.
Para entender como esse grande santo se despediu do mundo, precisamos, primeiro, voltar a setembro de 1968. Padre Pio estava com 81 anos de idade e seu corpo refletia o peso de conviver por meio século com os estigmas. Ele estava profundamente exausto.
Na madrugada do dia 23 de setembro, seu estado geral de saúde agravou-se. O frade que cuidava dele naquela noite, Padre Pellegrino, relatou que o idoso sacerdote passou as primeiras horas da madrugada inquieto, perguntando as horas de forma repetida, como se aguardasse um encontro importante.
Ainda durante a madrugada, Padre Pio pediu para se confessar, renovou seus votos religiosos e pediu perdão aos seus irmãos de convento por qualquer incômodo que pudesse ter causado ao longo dos anos. Em um instante de breve melhora, ele chegou a se levantar sozinho e caminhou até a varanda para contemplar o céu estrelado. Contudo, logo em seguida, o pouco vigor que lhe restava desapareceu por completo.
Quando os médicos chegaram às pressas ao quarto, tentaram reanimá-lo com oxigênio e medicação, mas o seu organismo não respondeu. Do ponto de vista estritamente clínico, se procuramos entender Padre Pio morreu de que, o laudo aponta para um severo colapso cardiorrespiratório causado pela velhice e por uma fadiga extrema.
O seu corpo, que já vinha fragilizado por décadas de dores e sacrifícios, simplesmente parou de funcionar. Não houve uma doença nova, aguda ou um mal súbito; ele consumiu-se de forma lenta, semelhante a uma vela que queima até o fim para iluminar o ambiente ao seu redor.
Confira também a lista dos melhores filmes sobre Padre Pio de Pietrelcina.
Ao observarmos a partida do santo de Pietrelcina, é fácil traçar um paralelo com a de São Francisco de Assis. Séculos antes, o santo de Assis também recebeu as marcas dos estigmas e entregou a sua alma em um estado de total desgaste físico, acolhendo o fim da vida com extrema paz.
Em ambos os casos, o fim não chegou como uma tragédia, mas como a conclusão natural de uma vida inteiramente doada aos outros. Padre Pio faleceu sentado em sua poltrona, por volta das 2h30 da manhã, sussurrando de forma serena os nomes de Jesus e Maria. Antes de partir, ao olhar para um quadro na parede, ele confidenciou ver “duas mães” ali, o que muitos interpretam como uma visão consoladora da Virgem Maria vindo buscá-lo.

A grande evidência de que sua morte não foi apenas um evento biológico ocorreu momentos depois de seu último suspiro. Assim que ele faleceu, os médicos e frades notaram algo espantoso: os estigmas, que haviam sangrado diariamente por cinquenta anos, desapareceram. A pele de suas mãos, de seus pés e de seu peito cicatrizou-se de forma instantânea e perfeita, sem deixar nenhuma marca. O médico assistente classificou essa cura instantânea após a morte como um verdadeiro absurdo fisiopatológico.
Saber como este grande santo partiu nos recorda que a vida abriga dimensões que a medicina, por si só, não consegue explicar. A ausência das feridas após o seu suspiro final atesta que a sua missão de sofrimento estava, enfim, concluída.
Para compreender ainda mais a dimensão desse mistério e o significado dos estigmas que o acompanharam por tantas décadas, convidamos você a ler “Os estigmas de Padre Pio: o que todo devoto precisa saber”.
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